Cientistas da Universidade de Swinburne, na Austrália, descobriram duas supernovas extremamente brilhantes e as mais distantes encontradas até hoje. Elas são as mais antigas já detectadas.
Uma supernova é a explosão de uma estrela que acontece no fim da vida desse astro. As recém-encontradas são entre dez e 100 vezes mais brilhantes que os tipos mais comuns de supernovas. Por isso, os pesquisadores as apelidaram de superluminosas.
Os astrônomos também acreditam que essas supernovas sejam o resultado da explosão de estrelas de muita massa, provavelmente causadas por reações que aconteceram dentro de átomos. Elas devem ter de 50 a 250 vezes mais massa do que o Sol.
Em nota, o cientista que liderou a equipe, Dr. Jeffrey Cooke disse que a luz dessas supernovas contém informações detalhadas sobre a infância do universo. Os astrônomos acreditam que explosões grandes como essa ocorreram com mais frequência no início do universo, há 14 bilhões de anos, quando essas estrelas massivas eram mais comuns. Por isso, ele acredita que os resultados sugerem que a detecção da primeira geração de estrelas está muito próxima.
Cooke acredita que supernovas como essas enriqueceram o universo ao longo do tempo com elementos pesados. Eles produziram o conjunto diversificado de galáxias, estrelas e planetas vistos atualmente.
Fonte: Exame Info







