
A Nasa, agência espacial americana, divulgou na quinta-feira (18) uma imagem de um incrível buraco com quase um milhão de quilômetros de comprimento. A ESA, agência espacial europeia, também registrou o fenômeno.
Buracos coronais como esse costumam aparecer nessa camada do Sol, onde a densidade é baixa. Nessa região, o campo magnético se abre e permite que o vento solar escape para o espaço.

Esse tipo de ejeção de massa coronal dispara bilhões de toneladas de partículas que varrem a superfície do Sol e vão em direção ao espaço. Podem alcançar grandes velocidades, próximas a 1000 quilômetros por segundo.
O Sol tem ciclos de atividade de 11 anos, com períodos mais intensos. Os cientistas garantem que a atual temporada de tempestades é a mais intensa desde setembro de 2005.
Esse período, conhecido como máximo solar, os campos magnéticos se invertem e novos buracos aparecem perto dos polos. Eles, então, aumentam em número e tamanho. Segundo os astrônomos, esses buracos são importantes para a ciência porque ajudam na compreensão do clima espacial.
Fonte: Exame Info







